sexta-feira, 21 de junho de 2013

Pó de guaraná

O guaranazeiro (Paullinia cupana) é uma planta originária da Amazônia, que produz o fruto conhecido como guaraná. Normalmente este é comercializado na forma de pó, sendo sua semente finamente triturada, moída ou pilada após secagem.
O guaraná em pó é rico em cafeína, cujo teor pode variar conforme a procedência da matéria-prima e métodos de cultivo e secagem. Em comparação com o pó de café, seu teor médio de cafeína pode ser até quatro vezes maior.
A cafeína é absorvida muito rapidamente pelo trato gastrointestinal, sendo a concentração sanguínea máxima atingida cerca de 1 hora após sua ingestão. Quando consumida em doses moderadas, provoca aumento do estado de vigília, diminuição da sonolência, alívio da fadiga, sensação de bem estar, aumento da frequência cardíaca, do metabolismo e da diurese. Em altas doses pode causar nervosismo, agitação, tremores, palpitações, insônia e desidratação. Vale ressaltar que o consumo excessivo dessa substância pode causar dependência psíquica e síndrome de abstinência. A cafeína pode, ainda, aumentar a disponibilidade de ácidos graxos livres para o músculo, resultando em um aumento da oxidação de gordura durante o exercício. Isso pouparia o glicogênio muscular e retardaria a fadiga.
Visto que os efeitos da cafeína perduram por 6 horas em média, o consumo do pó de guaraná deve ser evitado já algumas horas antes de dormir, a fim de não prejudicar o sono; caso contrário pode ocorrer indisposição e cansaço ao acordar. Além disso, o guaraná é contra indicado para crianças, gestantes e indivíduos que sofrem de problemas cardíacos.
É importante salientar que, pelo fato de o guaraná em pó ser considerado uma importante fonte de cafeína na dieta, seu consumo deve ser cuidadosamente controlado entre seus consumidores, já que a sua associação com demais produtos que contêm cafeína (como café, chás, chocolate e alguns refrigerantes) pode resultar numa ingestão diária excessiva dessa substância.

Molho te tomate caseiro ! Uma delícia...


 


Ingredientes:

- 6 tomates maduros (de preferência italiano)
- 1 cebola média picada
- 2 dentes de alho picados
- 2 colheres de sopa de azeite de oliva
- 1 colher de chá rasa de sal
- 1 folha de louro
- Folhas de manjericão fresco a gosto


Modo de preparo:

- Faça cortes em cruz nos tomates e coloque-os na água fervente por alguns minutos. Quando a pele começar a se soltar, transfira os tomates para um recipiente com água gelada para parar o cozimento, retire a pele e reserve
- Em uma panela, refogue a cebola e o alho picados no azeite
- Acrescente os tomates picados e deixe cozinhar por alguns minutos
- Retire do fogo e bata tudo no liquidificador
- Leve ao fogo novamente, acrescente o sal, o louro e o manjericão e deixe cozinhar por 15 a 20 minutos ou até apurar

terça-feira, 29 de janeiro de 2013

COMENDO FORA DE CASA

















  
COMENDO FORA DE CASA

Com a correria do dia a dia, mais e mais pessoas fazem suas refeições fora de casa e, muitas vezes não se dão conta das escolhas alimentares que estão fazendo e acabam optando por alimentos mais gordurosos e calóric...os.
Então para que você mantenha ou perca seu peso e cuide de saúde, ai vão algumas dicas:

• Não busque restaurantes muito tarde, quando os alimentos já não estão mais frescos. Almoçando cedo, você tem mais opções de escolha entre os alimentos, sem contar que quanto mais tarde você comer, mais fome terá, isso o leva a escolher alimentos mais ricos em carboidratis e gorduras e a comer mais;


• Verifique as opções de alimentos antes de começar a se servir para poder fazer melhores escolhas;


• Procure começar seu prato sempre pelas saladas, preenchendo metade dele com verduras e legumes e/ou escolha pelo menos 3 tipos;


• Prefira as saladas cruas e sem conservas (como alface, agrião, tomate, cenoura e beterraba raladas, rabanete, pepino janponês...). As cozidas já perderam boa parte de seus nutrientes no cozimento;


• Para temperar, opte por azeite de oliva extra-virgem, pouco sal, vinagre ou limão. O excesso de molho cremoso ou maionese pode deixar um prato leve, indigesto. A indicação é não colocar mais que uma colher do molho.


• Na hora de escolher a carne, prefira sempre as grelhadas e assadas. Escolha opções sem molho e evite frituras e alimentos feitos com maionese ou creme de leite;


• Trocar a carne vermelha por peito de frango sem pele;
• Caso queira muito a carne vermelha, evite preparações tipo bife a milanesa, que possui carboidratos por ser empanado, substitua pela carne vermelha grelhada;
• Escolher filés ou postas menores com cerca de100g;
• Eleja apenas um carboidrato. Nada de misturar arroz, batata ou macarrão;
• Optar por carboidratos sem acréscimo de gordura;
• Trocar o arroz branco pelo integral, que tem mais fibra e ácido fólico.
• Mas, se sua opção é uma boa massa, opte pelas ao alho e óleo, ao sugo, com ervas ou verduras, e não por aqueles feitas com molhos cremosos ou à base de carne.
• Trocar a couve refogada com bacon por salada de couve;
• Adicionar meia laranja ou uma fatia de abacaxi ao prato. Por serem ricas em vitamina C, elas ajudam o corpo a absorver o ferro contido no feijão;
• Resista à sobremesa e ao cafezinho. Doces após a refeição aumentam o volume de calorias ingeridas, além de acidificar o sistema, dificultando a digestão e a assimilação de nutrientes. O mesmo vale para o cafezinho. Substitua-o por um chazinho digestivo. Mas, se sua necessidade for mesmo do café ou do doce, consuma-o pelo menos duas horas após a refeição.

Fazer boas escolhas não é tão dificil assim, aproveite a variedade de alimentos que os restaurantes oferecem e bom apetite.

Combinações !


sexta-feira, 14 de dezembro de 2012

COMPLICAÇÕES QUE PODEM OCORRER EM HEMODIÁLISE

 


COMPLICAÇÕES QUE PODEM OCORRER EM HEMODIÁLISE A QUALQUER MOMENTO AO LONGO DO TRATAMENTO:

•Anemia:

Podem ser causadas por perda hemática acelerada (por hemólise e sangramento) e por distúrbio da produção de eritropoietina, originan
do insônias, fadiga e mal-estar persistente.

Doença cardiovascular arteriosclerótica:

Esta complicação é muito comum nos pacientes dialisadores por longos períodos de tempo, podendo levar à morte.Estas doenças são devidas quer a factores de risco vascular previamente existentes, quer a factores de risco específicos da insuficiência renal crônica ou do seu tratamento.

Problemas neurológicos:

Neste tipo de problemas ocorre Neuropatia Periférica, Convulsões Mioclônicas e Depressões. O diagnóstico precoce é muito importante, uma vez que os pacientes podem tornar-se hipo-ativos e suicidas. Por vezes, será necessário transferir o doente para um local onde hajam especiais, podendo ser necessária a intervenção psiquiátrica.

Prurido:

É uma queixa comum nos doentes dialisados. Muitos apresentam a pele ressacada, que agrava o problema, podendo ser tratados com cremes ou banhos emolientes.

Disfunção sexual:

A azoospermia e impotência sexual variáveis no homem são componentes comuns da uremia. Nas mulheres, apesar da menstruação se regularizar coma diálise adequada, a gravidez é bastante rara. Pode haver retorno da fertilidade após o transplante.

Infecções recorrentes:

O paciente está mais susceptível às infecções, uma vez que há exposição do sangue aos produtos e matérias estranhas. Pode ocorrer, também, infecção local na área do cateter e nas fistulas.

•Ascite crônica:

Pode ser devida à sobrecarga hídrica associada à insuficiência cardíaca congestiva, má nutrição (hipoalbuminemia) e diálise insuficiente.

Problemas ósseos:

Neste tipo de complicação podemos considerar a osteodistrofia, que produz dores ósseas e fraturas, a necrose asséptica do quadril e calcificação vascular.

CADA PACIENTE É ÚNICO, PORTANTO O QUE OCORRE COM UM NEM SEMPRE OCORRERÁ COM O OUTRO. AO SURGIREM SINTOMAS DESAGRADÁVEIS CONVERSE COM SEU MÉDICO CUIDADOR. 

O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL




O PROCESSO DE EVOLUÇÃO DA INSUFICIÊNCIA RENAL PODE SER DIVIDIDO EM 5 ESTÁGIOS:

Além dos exames de sangue: uréia e creatinina, existe o exame para medir a filtração glomerular (TFG), denominado clearance de creatinina, (Valores normais: 90 a 120 ml/min);


A urina é coletada pelo paciente em períodos de 24 horas, em seguida é encaminhada ao laboratório onde também será coletada uma mostra de sangue para dosar a creatinina plasmática, pois quanto mais rápido for detectada e tratada a doença renal, maiores são as probabilidades de reduzir a sua evolução.

COLESTEROL ELEVADO, PREVINA.



Tanto o colesterol quanto os triglicérides – gorduras mais relacionadas à alimentação, que podem se acumular se não aproveitadas pelo corpo – são importantes fontes de armazenamento de energia. O nível ideal de triglicérides é de 150 mg/dl, e a prevenção está intimamente ligada à dieta e à prática de exercícios.

Já, os níveis gerais de colesterol (total) em miligra

mas por decilitro* são:

- Menos de 200 mg/dl - Desejável: menor risco de doença cardíaca
- Entre 200 e 239 mg/dl - Limiar de alto risco
- Mais de 240 mg/dl - Nível não desejável: alto risco

* Dependem da idade e do histórico do paciente

VOCÊ SABIA? A CARAMBOLA PODE SER FATAL PARA O DOENTE RENAL



A carambola contém neurotoxinas que causam frequentemente, severas complicações neurológicas em pacientes com doença renal crônica. Os sintomas mais comuns na intoxicação por carambola incluem o soluço persistente e intratável, vômitos, estágios variáveis de distúrbios de consciência (confusão mental, agitação psicomotora), sintomas psiquiátricos, diminuição da força muscular, diminuição da sensibilidade dos membros, parestesia, paresia, insônia, ataques epiléticos e morte.

A neurotoxina da carambola, ingerida por uma pessoa normal que come a fruta, é absorvida pela digestão, filtrada pelo rim e excretada, sem sintomas, mas, se o rim não funciona, essa toxina é absorvida, concentra-se no sangue, atinge os neurônios em concentração maior e provoca soluços e convulsões.

Fique alerta!!